Após a Huawei fazer o lançamento do novo Mate 60 Pro com chipset proprietário de 7 nm, fontes no Departamento de Comércio dos Estados Unidos dizem que o país está analisando a situação para aplicar novas sanções contra a fabricante chinesa.
Isso porque a produção do Kirin 9000s está acontecendo em parceria com a SMIC e o chipset deve fazer a Huawei retornar ao mercado de smartphones habilitados para o 5G.
Ou seja, temos neste caso a violação não de uma, mas de duas sanções de alto nível aplicadas por Washington. Por isso, essas pessoas que também trabalham com a Casa Branca apostam em sanções ainda mais severas.
Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional dos EUA, disse:
 os Estados Unidos devem continuar em seu curso com um conjunto de restrições tecnológicas focado estritamente em preocupações de segurança nacional, não na questão mais ampla comercial. É aí que tem estado a nossa ênfase. É aí que vai continuar, mais ou menos, independentemente do resultado.
 Por mais que analistas dos EUA acreditem que o governo Biden deve reagir ao "renascimento" da Huawei, ainda não está claro qual tipo de restrição pode ser aplicada contra a empresa.
 Como ela produz o Kirin 9000s em conjunto com a SMIC - que também está sob sanções - e em solo chinês, o governo dos EUA pode vetar o envio de máquinas menos avançadas para a produtora de chips. As sanções também podem ser aplicadas em nível financeiro.
Contudo, prevendo esse tipo de reação americana, o governo chinês está pronto para lançar um novo fundo bilionário para incentivar ainda mais a produção local de chips.
Não apenas isso. Pequim também terá uma linha de crédito exclusiva para a produção de máquinas que são usadas na montagem de chips. A intenção dos chineses é ficar completamente independente de sanções dos EUA.

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